o papel dos pais na formação da criança de dois a cinco anos

Há uma busca constante e eu diria até insaciável, feita pelo ser humano. Essa busca é a tentativa à resposta a uma pergunta genial, mas também crucial. Alguns passam pela vida sem nunca fazer a pergunta da razão do viver e acabam por viver uma vida alienada. As perguntas cruciais são é ‘Quem sou eu?’, ‘Qual é a minha identidade?’.  O que vim fazer neste mundo? O ser humano está sempre em busca de sua identidade. Nos contatos interpessoais, diante do ‘outro’ este se apresenta a mim como um espelho no qual posso ver a minha imagem. Não só ver, mas também constituir a minha identidade. Observe seu nome, isto que é tão íntimo e pessoal, nos é dado por espelhos. Quando eu era pequeno minha baba me chamava de ‘nuto’ que eu assumi como meu nome. Foi muito difícil depois disto assumir outro nome quando a babá foi embora. Quando bebês nada sabíamos. Pela repetição constante de nosso nome, absorvemos que aquela palavra, tantas vezes repetida a nós, desde os primeiros dias de vida, nosso nome, nos constitui como Ser, como pessoa e é pelos diversos espelhos com os quais interagimos identificamos, por insights, aspectos que integramos a nossa identidade. O nome é mais que simples palavra.

O nome institui a pessoa. Ele integra ao Ser anônimo, a rigor desconhecido incognoscível, a sua identidade. O nome da pessoa no Antigo Testamento identificava as características do nomeado. O nome dava a conhecer a pessoa.

Deixe um comentário